Blog Leite Barra Mansa


Programa de manutenção eleva eficiência operacional e gera economia de R$ 3 milhões para a Cooperativa


Cooperativa Barra Mansa eleva para 92% disponibilidade de máquinas e para 95% o desempenho das linhas de produção ​a partir de parceria com a Tetra Pak. A Cooperativa Barra Mansa, uma das principais fabricantes de leite e derivados do Rio de Janeiro, se tornou referência de desempenho operacional na indústria de alimentos e bebidas. A partir da aplicação do Tetra Pak Plant Care, serviço de manutenção e acompanhamento da operação fabril oferecido pela Tetra Pak, a empresa reduziu a ocorrência de falhas e paradas não-programadas, elevando para 92% a disponibilidade das máquinas e para 95% a eficiência das linhas de produção. Em termos financeiros, as melhorias geraram uma economia de cerca de R$ 3 milhões.  Com o Tetra Pak Plant Care, a responsabilidade das manutenções das linhas de produção da Barra Mansa, assim como o planejamento, disponibilidade e execução dos serviços de manutenção ficam por conta da Tetra Pak. A solução é utilizada no monitoramento de cerca de 35 plantas de fabricantes de alimentos e bebidas em todo o Brasil, sendo que a operação da Cooperativa Barra Mansa está, atualmente, entre as cinco melhores na região das Américas em termos de eficiência operacional, em comparação à sua base instalada.  “Falhas de equipamentos junto à falta de previsibilidade na produção ...

Receitinhas


Hoje é o dia do cacau por isso trouxemos uma receita rápida e deliciosa para deixar o seu dia mais saboroso. Esta mistura deliciosa é perfeita para o café da manhã, um doce para o meio da tarde. Com apenas 7 ingredientes (sem incluir sal), é provável que você tenha tudo que precisa na sua despensa para preparar essa delicia. Manda para quem vai fazer para você! Ingredientes - Bolo de Caneca: 1 ovo pequeno 4 colheres (sopa) de leite 3 colheres (sopa) de óleo 2 colheres (sopa) rasas de chocolate em pó 4 colheres (sopa) rasas de açúcar 4 colheres (sopa) rasas de farinha de trigo 1 colher (café) de fermento em pó Ingredientes - Calda 2 colheres (sopa) de leite 1 colher (chá) de manteiga 1 ou 2 colheres (sopa) rasas de açúcar 3 colheres (sopa) rasas de chocolate em pó Modo de Preparo - Bolo de Caneca º Coloque o ovo na caneca e bata bem com garfo. Acrescente o óleo, o açúcar, o leite, o chocolate e bata mais. Coloque a farinha e o fermento e mexa delicadamente até incorporar. º Leve por 3 minutos no microondas na potência máxima. Modo de Preparo - Calda Misture tudo e coloque por 30 segundos no microondas na potência máxima. Coloque no bolo ainda quente.   Fontes: FOTO:Rodelle RECEITA: RECEITAS GSHOW

Tetra Pak parabeniza Cooperativa Barra Mansa


Confira o vídeo abaixo onde a Tetra Pak parabeniza a Cooperativa Barra Mansa por se tornar a linha de produção mais eficiente das Américas, e a 3º em todo Mundo.

Cascos brancos são mais frágeis: mito ou verdade?


Quando se fala em prevenção de problemas podais e de casco em bovinos, existem algumas dúvidas comuns. Uma delas é: existe alguma diferença entre casco branco e casco preto no que diz respeito à resistência do casco? No sentido de elucidar essa dúvida, alguns trabalhos de pesquisa mediram a composição química do casco branco e do casco escuro, tanto em cavalos como em bovinos, e não foi encontrada uma diferença bioquímica significativa que demonstre que o casco preto é mais resistente que o branco, seja na composição de íons, seja nos componentes aminoácidos que compõem essas unhas. O especialista em Podologia Bovina, Péricles Ricardo Lacerda e Silva, médico veterinário e mestre em Clínica Médica, disse que em sua rotina de trabalho com casqueamento, não conseguiu identificar diferença entre o casco preto e o branco. Na verdade, segundo ele, "animais com casco de coloração preta normalmente têm um nível de produção de leite menor e, portanto, um nível de exigência menor de saúde, incluindo a saúde do casco, do que os animais de casco branco". O especialista orienta que, ao se buscar um animal mais adequado geneticamente para um determinado sistema de produção, deve-se observar animais com boa conformação de pernas e pés, e que tragam em sua seleção genética informações ...

Evolução da avaliação genética em gado de leite


Autores dos artigo:Laboratório de Genética Aplicada ao Melhoramento Genético – GAMA – UFPR Bárbara Mazetti Nascimento – Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Zootecnia da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Rodrigo de Almeida Teixeira – Professor Adjunto do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Laila Talarico Dias – Professora Associada do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal do Paraná (UFPR) A avaliação genética tem por finalidade estimar o mérito genético dos animais que serão pais da próxima geração, sendo o resultado para gado leiteiro expresso como a Habilidade Prevista de Transmissão (PTA), que corresponde à metade do valor genético do animal. Com base nessa informação, o produtor escolhe os melhores reprodutores e matrizes para o rebanho de acordo com seus objetivos de seleção. Em bovinos leiteiros, a principal característica avaliada é a produção de leite que só se manifesta nas fêmeas e após a primeira parição, ou seja, apenas parte da população manifesta o fenótipo de interesse, e por isso existem certos desafios para realizar uma avaliação precisa. Uma diferenciação importante que deve ser feita é entre o que é denominado Teste de Progênie e o que é uma Avaliação Genética. O Teste de Progênie é um caso particular de avaliação genética delineada, onde escolhemos os touros que serão ...

Quantas vacas de leite precisamos ter para ganhar o que queremos?


Um belo dia dois compadres conversando, um disse assim: eu “sô produto” de leite e tenho 30 vacas, todo dia dando leite lá no meu sítio! O outro sem querer fica para trás na conversa, disse: eu também “sô produtô” só que eu sou “maió”, tenho 45 vacas dando leite todo dia lá no meu sítio. Grandes lembranças nos remetem a aqueles tempos dos nossos avôs produtores de leite. Lembramos, talvez, nossos avôs tirando leite em vasilhas de cozinhar. Eu Marco, recordo bem de vovó tirando leite em uma velha panela de pressão (bem limpa, logicamente). Bom, mas quem é melhor, o produtor de 30 ou o de 45 vacas? Senhores, dependendo do ponto de vista os dois. Dependendo do ponto de vista, nenhum. Eles podem até perder para o seu Zé, que tem apenas 3 vaquinhas de leite. Pois bem, vamos ao ponto chave da nossa conversa. Quantas vacas precisamos ter para ganhar o que queremos? Mas, quanto queremos ganhar mesmo? Se quisermos ganhar um valor, e para ganhar este valor temos que vender leite e não vaca. Será que fomos compreendidos? O produtor não teria que pensar em número de vacas, mas tem sim que pensar no número de ...

Boas Práticas na Produção de Leite: valores muito maiores do que financeiros


Segundo a FAO, “as Boas Práticas Agropecuárias aplicadas à pecuária de leite tratam da implementação de procedimentos adequados em todas as etapas da produção de leite nas propriedades rurais, o que coletivamente é conhecido como Boas Práticas na Pecuária de Leite. Essas práticas devem assegurar que o leite e os seus derivados sejam seguros e adequados para o uso a que se destinam, e também que a empresa rural permanecerá viável sob as perspectivas econômica, social e ambiental.” Essa definição vai muito além de simples históricos de resultados de qualidade de leite. Ela abrange diversos aspectos ligados a atividade e que estão no centro das discussões setoriais, chegando aos consumidores. Definindo em um conceito mais amplo, “Boas Práticas são técnicas identificadas como as melhores para realizar determinada tarefa ou um conjunto de tarefas. Portanto, pretende-se monitorar e certificar que os métodos aplicados estão de acordo com o que ficou definido, através de experimentos e estudos práticos, como mais eficientes e seguros”. A alta complexidade que caracteriza o processo de gestão de uma fazenda leiteira requer que sejam traçadas diversas metodologias de controle em todos os setores do processo produtivo. Aplicar métodos bem definidos e registrar o máximo de dados para orientar a tomada de decisões, quase sempre são os motivos ...

Trabalho para erradicação de aftosa é um dos mais exitosos do mundo


Integrantes da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) participaram na manhã desta terça-feira (3) de sessão solene na Câmara Legislativa do Distrito Federal em homenagem à Semana “Brasil Livre de Febre Aftosa”. Foram homenageados com moções de honra diretores das secretarias de Defesa Agropecuária (SDA), do Ministério,  e da Agricultura do DF (Seagri) e da Emater, ex-diretores de defesa agropecuária do Mapa, representantes de entidades de produtores e criadores. Segundo o secretário da SDA, Luís Rangel, o trabalho feito para erradicar a febre aftosa no Brasil é um dos mais exitosos do mundo na área de defesa agropecuária, levando em conta as dimensões continentais do país. “A Semana do Brasil Livre de Aftosa é um marco histórico, que envolveu o esforço de muitas pessoas dos serviços veterinários, a colaboração permanente de criadores e a montagem de um plano complexo de combate à doença”, explicou. “A defesa agropecuária é um desafio em qualquer situação, mas no Brasil é ainda maior pelo grande número de países com os quais temos fronteiras, o vasto território, o número de portos, além de uma infraestrutura de defesa sanitária aquém do que necessitamos”, observou. De acordo com o secretário, “não é trabalho para amadores. ...

Quais fontes de fertilizantes devem ser utilizadas no pasto?


Algo que tem sido muito discutido são os tipos de fontes de fertilizantes que podem ser utilizados no pasto. Afinal, quais fontes utilizar? Existem basicamente três fontes de nutrientes: fertilizantes na forma química, fertilizantes na forma orgânica e fertilizantes na forma orgânico-química, também chamados de organo-minerais ou biofertilizantes. Muitos anos de estudo mostraram que quando se aplica a mesma quantidade de nutrientes na forma orgânica (esterco, por exemplo) obtém-se uma resposta da planta 20% maior quando comparada ao uso de fertilizantes químicos. Isso por diversos motivos: os fertilizantes orgânicos contêm todos os nutrientes exigidos pelas plantas; grande parte desses nutrientes (com exceção do potássio) estão combinados em formas orgânicas, o que torna seu processo de liberação lento e reduz a quantidade de perdas. E quando se mistura o fertilizante na forma química e orgânica?  Nesse caso, a resposta da planta é 30% maior comparada ao uso exclusivo da forma química, pois há o efeito sinérgico do fertilizante químico com liberação rápida, obtendo uma resposta imediata da planta, e do fertilizante orgânico com liberação lenta. Além disso, o adubo químico acelera o processo de mineralização da parte orgânica. Quer saber por que isso acontece e conhecer outras vantagens do uso de biofertilizantes? Acesse o curso online Correção e adubação do solo da pastagem, dos instrutores Adilson Aguiar e Mateus Caseta, especialistas no assunto. Essas ...

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